Auxílio-acidente · INSS

Sofreu um acidente e ficou com sequela?

Se depois de uma fratura ou lesão ficou uma placa, um pino, um parafuso, uma haste — ou alguma limitação que não passou —, você pode ter direito ao auxílio-acidente do INSS. Mesmo que já tenha voltado a trabalhar.

30 anos de tradição jurídica Atendimento 100% online Em todo o Brasil
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01 Como o direito nasce

Do acidente ao auxílio-acidente

É esse o caminho que, na maioria dos casos, liga um acidente ao INSS. Veja se a sua história passou por ele.

  1. Acidente

    De trânsito, de moto, uma queda, em casa ou no trabalho.

  2. Fratura ou lesão

    Um osso quebrado, um ligamento rompido, uma articulação lesionada.

  3. Tratamento

    Cirurgia, placa, pino, parafuso, haste, fisioterapia, afastamento.

  4. Sequela

    Mesmo depois de tratado, algo não voltou a ser como antes.

  5. Redução da capacidade

    Menos força, menos movimento, mais esforço para o mesmo trabalho.

  6. Possibilidade de auxílio-acidente

    Um benefício mensal do INSS, que pode ser pago mesmo com você trabalhando.

Reconheceu a sua história nesse caminho?

Analisar meu caso
02 Onde ficou a sequela?

Escolha a região e veja se você se reconhece

Placas, pinos, parafusos e hastes são comuns depois de fraturas. Para o INSS, o que conta é o que ficou depois do tratamento — e como isso pesa no seu trabalho.

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Situações que costumam valer a análise

    Ter placa, pino ou parafuso, sozinho, não garante o benefício. O que se avalia é se a sequela reduziu a sua capacidade para o trabalho que você fazia.

    Tive essa lesão — analisar meu caso
    03 O que mais confunde

    Consigo trabalhar, mas não do jeito que trabalhava antes.

    É o que a maioria das pessoas nos conta. E é justamente a situação que o auxílio-acidente existe para indenizar.

    Você pode continuar trabalhando

    O benefício é indenizatório: é pago junto com o salário, sem precisar se afastar do emprego.

    Acidentes antigos também contam

    Acidentes de 5, 10 ou mais anos atrás podem ser analisados. O tempo não apaga a sequela.

    Recebeu auxílio-doença e voltou com sequela?

    Essa é uma das situações mais comuns. Em regra, o auxílio-acidente começa no dia seguinte ao fim do auxílio-doença.

    Pode haver valores atrasados

    Além das parcelas mensais, pode haver valores retroativos dos últimos anos, conforme o caso.

    Mensal, em regra até a aposentadoria

    O benefício costuma ser mantido enquanto a pessoa não se aposenta.

    04 Quem pode ter direito

    O que costuma valer a análise

    01

    Vínculo com o INSS na época

    Carteira assinada ou outra forma de vínculo na data do acidente — como empregado doméstico, trabalhador avulso ou segurado especial (rural).

    02

    Acidente de qualquer natureza

    Não precisa ter sido acidente de trabalho. Trânsito, queda, acidente em casa ou no esporte também entram.

    03

    Sequela que reduz a capacidade

    Uma limitação permanente para o trabalho que você fazia — mesmo que pareça pequena.

    Acidentes que podem gerar o benefício

    Trânsito Moto Queda Em casa Esporte No trabalho No trajeto

    Não se encaixa exatamente? Não se descarte sozinho. Cada situação é analisada individualmente, a partir dos seus documentos.

    05 Como funciona

    A análise do seu caso, sem sair de casa

    Todo o atendimento é feito à distância — por WhatsApp e por vídeo. Os processos no INSS e na Justiça também são eletrônicos.

    Você conta o que aconteceu

    Pelo WhatsApp ou pela triagem do site, em poucos minutos.

    Conversa com a nossa equipe

    Entendemos o acidente, o tratamento e o trabalho que você fazia na época.

    Reunião dos documentos

    Orientamos quais laudos, exames e extratos do INSS ajudam no seu caso.

    Análise jurídica

    O caso é analisado pela equipe jurídica, sob responsabilidade do Dr. André Vaz Marcelino.

    Orientação e acompanhamento

    Você entende o caminho — administrativo ou judicial — e acompanhamos cada etapa.

    06 Documentos

    O que ajuda na análise

    Não tem tudo? Isso não impede o primeiro contato. O que faltar, a nossa equipe orienta como conseguir.

    Médicos

    • Laudos e relatórios médicos
    • Raio-x, tomografia, ressonância
    • Relatório da cirurgia, se houve
    • Fisioterapia e receitas

    Do INSS

    • Extrato CNIS
    • Carta de concessão do auxílio-doença, se recebeu
    • Resultados de perícias do INSS
    • Decisões e comunicados recebidos

    Trabalho e acidente

    • Carteira de trabalho
    • CAT, se foi acidente de trabalho
    • Boletim de ocorrência, se foi de trânsito
    • Documentos do hospital ou do pronto-socorro

    Laudos do SUS valem igual aos particulares. E um bom laudo descreve o que você não consegue mais fazer como antes — não só o nome da lesão.

    08 O escritório

    30 anos de tradição, atendimento de hoje

    A AVM Advocacia Previdenciária dedica sua atuação ao Direito Previdenciário, com atenção central ao auxílio-acidente. Um escritório tradicional, que atende de forma 100% digital — para que a distância nunca seja um obstáculo.

    • Advogado responsável: Dr. André Vaz Marcelino — OAB/RS 42.499, inscrito desde 1996.
    • Atendimento em todo o Brasil, por WhatsApp e videochamada.
    • Processos eletrônicos no INSS e na Justiça — sem deslocamento.
    • Sigilo profissional sobre todas as informações e documentos.
    Conhecer o escritório
    AVM
    09 Dúvidas frequentes

    Perguntas que chegam todos os dias

    Preciso estar afastado do trabalho para receber?

    Não. O auxílio-acidente é pago junto com o salário e não exige afastamento. Ele indeniza a redução da capacidade que ficou depois do acidente.

    O acidente precisa ter sido no trabalho?

    Não. A lei fala em acidente de qualquer natureza: trânsito, moto, queda, acidente doméstico ou esportivo também podem gerar o benefício, desde que exista vínculo com o INSS na data do acidente.

    Meu acidente foi há muitos anos. Ainda vale a pena?

    Pode valer. O tempo não elimina a sequela nem o direito — ele limita os valores atrasados, que em regra alcançam os últimos cinco anos. Por isso, quanto antes o caso for analisado, melhor.

    Tenho placa, pino ou parafuso. Isso garante o benefício?

    Não sozinho. O material cirúrgico mostra que houve uma lesão importante, mas o que se avalia é se ficou uma redução permanente da capacidade para o trabalho que você fazia. É isso que a análise do caso verifica.

    Fui atendido pelo SUS. Meus laudos valem?

    Sim. Laudos, exames e prontuários do SUS valem da mesma forma que os particulares.

    Trabalho por conta própria. Posso ter direito?

    Em regra, o INSS concede o auxílio-acidente a empregados (inclusive domésticos), trabalhadores avulsos e segurados especiais. O que importa é a situação na data do acidente — muita gente que hoje é autônoma tinha carteira assinada na época. Vale verificar o seu histórico.

    Quanto eu receberia?

    O valor depende de um cálculo previdenciário individual, feito a partir do seu histórico no INSS. Não é possível informar valores sem analisar os documentos do caso.

    Preciso ir até o escritório?

    Não. O atendimento é 100% online, por WhatsApp e videochamada, para qualquer lugar do Brasil.

    Próximo passo

    Sofreu um acidente e ficou com sequela?

    Conte o que aconteceu. A nossa equipe analisa o seu caso e explica, com clareza, quais são os próximos passos.

    Falar com a nossa equipe
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